O calamar é um bicho de olho grande
Seus oito braços pegam o que der
Enquanto dois tentáculos enormes
Distribuem bolsas pra quem quiser
Sua cabeça é grande, muito grande
Mas dentro... só sujeira, tinta preta
E a pena com que assina os contratos:
Negócios ilegais, tudo mutreta
Não ganhou estrelinha na escola
Mas o seu sonho sempre foi brilhar
Fingiu que era uma estrela lá no céu
Mas viu-se que era só estrela do mar (de lama)
quarta-feira, 13 de março de 2013
Covarde dos mais bostas
Pra ti fizeram música, até filme
Pra ti! Tinhas a chance de mudar
O rumo de teu povo empobrecido
Que, infelizmente, em ti foi confiar
O pior ladrão é aquele que é rico
O pior rico é aquele que foi pobre
E esquece suas origens, seu passado,
Passando a acreditar que nasceu "nobre"
Nobreza, vagabundo, tem quem sobe
A escada e leva o fraco em suas costas
Quem faz de escada as costas do fraco
É somente um covarde dos mais bostas
Pra ti! Tinhas a chance de mudar
O rumo de teu povo empobrecido
Que, infelizmente, em ti foi confiar
O pior ladrão é aquele que é rico
O pior rico é aquele que foi pobre
E esquece suas origens, seu passado,
Passando a acreditar que nasceu "nobre"
Nobreza, vagabundo, tem quem sobe
A escada e leva o fraco em suas costas
Quem faz de escada as costas do fraco
É somente um covarde dos mais bostas
Abana o teu rabo, cachorrinho
Abana o teu rabo, cachorrinho
Abana e faz feliz esse teu dono
Lambe sua mão, implora-lhe a comida
Por ele dá tua alma, tua vida
E dorme, bem tranquilo, o teu sono
Não liga se te bates, cachorrinho
Porque é pro teu bem, pra que aprendas
Deixe-o pôr a coleira (é tão bonita!)
Dá-lhe, feliz, as rédeas da tua vida
Faz o que ele deseja e ganha prendas
Quando ficares velho, cachorrinho,
Doente e condenado ao abandono,
Lembra que tu tivestes boa vida,
Que te deram banho, casa, comida...
Lembra como foi bom pra ti teu dono
Abana e faz feliz esse teu dono
Lambe sua mão, implora-lhe a comida
Por ele dá tua alma, tua vida
E dorme, bem tranquilo, o teu sono
Não liga se te bates, cachorrinho
Porque é pro teu bem, pra que aprendas
Deixe-o pôr a coleira (é tão bonita!)
Dá-lhe, feliz, as rédeas da tua vida
Faz o que ele deseja e ganha prendas
Quando ficares velho, cachorrinho,
Doente e condenado ao abandono,
Lembra que tu tivestes boa vida,
Que te deram banho, casa, comida...
Lembra como foi bom pra ti teu dono
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